MAGAZINE DOS DINOSSAUROS

25 junho, 2010

COMO EXPLICAR A EXTINÇÃO, PARTE 1


































































UMA DAS MAIORES DÚVIDAS QUE ASSOLA A MENTE DE HISTORIADORES E CIENTISTAS É O VERDADEIRO MOTIVO DA EXTINÇÃO DOS DINOSSAUROS. TEORIAS NÃO FALTAM E OS PROFESSORES CONTINUAM TRABALHANDO.

Um gigantesco meteoro atingiu a Terra 65 milhões de anos atrás, onde hoje se encontra o Golfo do México. Em primeiro lugar, a atmosfera foi vazada pelo bólido incandescente e incrivelmente veloz, o que causou turbulências inomináveis na atmosfera. Seu impacto na península de Yucatán foi tão devastador que ondas gigantes de água, tanto fria quanto fervente, se formaram e invadiram o continente. O impacto em terra firme levantou pedras, poeira, vapor de água e fumaça para a atmosfera, formando uma imensa nuvem escura que impedia a passagem da luz do Sol. Com isso, a superfície esfriou, comprometendo o conseqüente crescimento das plantas, que não podiam mais fazer fotossíntese. Indispensável para o metabolismo dos répteis, a falta de luz solar também provocou um abalo total na cadeia alimentar do período Cretáceo. Sem plantas, os grandes herbívoros morreram de fome. Assim, os dinossauros carnívoros e herbívoros estavam fadados à extinção.
Restam, pelo menos, algumas perguntas: não teria esse meteoro destruído, completamente, a vida no planeta? Absolutamente nenhum réptil gigante teria sobrevivido para perpetuar a espécie? Onde estariam as carcaças e fósseis queimados, chamuscados, fraturados ou destruídos no tal impacto? O Golfo do México é mesmo uma cratera de meteoro? Ou, ainda, um asteróide realmente poderia causar esse tipo de dano?
A única certeza é de que no Golfo do México há, sim, uma cratera. Chamada Chicxulub, está coberta por uma camada de um quilômetro de resíduos na costa de Yucatán, é alvo de intenso estudo não apenas por paleontólogos, mas também físicos, climatologistas e outros especialistas. Mas tudo isso não implica necessariamente que este impacto tenha sido responsável pela morte dos reis-lagartos do período Cretáceo.
A incessante busca da causa da maciça mortandade dos dinossauros é um ponto de pesquisa crucial para os cientistas. A vida no planeta mostra-se muito frágil por essa ótica. Aparentemente, uma Era Glacial, uma queda no nível de óxigênio, erupções vulcânicas exageradas podem colocar em risco qualquer ser vivo, incluindo os humanos.
Impotante notar que no período Permiano, 250 milhões de anos atrás, também houve algum grande evento que dizimou grande parte das espécies vegetais, 70% das criaturas terrestres e 90% das aquáticas. Nesse caso, aponta-se como causa violentas erupções acontecidas na Sibéria ou ainda meteoros gigantes que atingiram a região do Japão e da China.
Cientistas apontam também para uma grande falha no estudo paleontológico quanto à diversidade das espécies em questão. A maior parte das escavações e descobertas de fósseis dos grandes répteis foi feita no lado oeste dos Estados Unidos. Além disso, a maior parte dos achados data dos dois últimos milhões de anos do Cretáceo, o que ajuda a diminuir a projeção da diversidade que, supõe-se, existia. Imagina-se que todos os continentes fossem habitados e que, conseqüentemente, haja fósseis-chave ainda a serem encontrados. Porém, da mesma forma que a corrida espacial esfriou devido ao seu alto custo, as grandes escavações também seguem uma tendência de arrefecimento.

DUPLO IMPACTO
Peter Schultz e Steven D'Hondt, ambos de universidades de Rhode Island, nos Estados Unidos, acreditam que não apenas um asteróide de 10 quilômetros formou o Golfo do México, mas que também outros impactos menores tenham contribuído para a morte dos animais. Para eles, o asteróide atingiu o planeta vindo do sudeste e jogando dejetos para noroeste, ou seja, os Estados Unidos. A extinção teria, então, começado por aí e se espalhado rapidamente por todo o globo. Em questão de meses, os grandes animais pré-históricos teriam morrido. A teoria é fundamentada em grande parte no formato da cratera, que ao invés do padrão circular, apresenta-se em formato de elipse, comprovando o sentido da tragetória. Além do clima, o campo magnético, as formações geológicas e até a própria força da gravidade teriam seus padrões alterados. De fato, a presença de cristais de quartzo apresentando fraturas originadas pelo impacto são mais presentes nos EUA do que na Europa ou Pacífico.

23 junho, 2010

PARTICIPANTES DO CONCURSO DE DESENHO




O concurso de desenho terminou no dia 23/06/2010, e esses são os três participantes:

Esse dinossauro vermelho com listras brancas, pretas e amarelos é um Spinosaurus aegyptyacus. Feito por Igor dos Santos Grubert, que tem 12 anos e é de Paiçandu-PR. Teve uma grande ajuda de Yan Braga Martins de Itaperuna-RJ.

Esse velociraptor foi feito por Murillo de 13 anos que é de São João da Boa Vista-SP.

O dinossauro de olhos vermelhos e penas cinzas é um Deinonychus antirrhopus, feito por Camila da cidade de São Paulo.

08 junho, 2010

CONCURSO DE PALEOARTE DO MAGAZINE DOS DINOSSAUROS 2010




Faça um desenho de dinossauro feito à mão, Paint ou qualquer outro programa de desenho de seu PC, e mande-nos por E-mail.

Como mandar:

--Paint--
Faça o desenho no Paint bem caprichado, depois salve-o em algum arquivo, entre no nosso E-mail: magazinedosdinossauros@gmail.com! Depois de entrar no E-mail, mande o desenho com seu nome, a espécie do dinossauro desenhado, e qual estado mora!

--Feito à mão--
Depois de fazer o desenho, tire uma boa foto. Passe para o seu PC e mande por E-mail!

--Como funciona--
Faremos uma enquete com todos os desenhos. Quando terminar a enquete, nós anunciaremos no Blog o grande artista! O prêmio é um selo que só será publicado no Blog ao fechamento da enquete, dia 01/08/2010. O selo é muito bom para os três colocados publicarem em seu Orkut, Blogger, Site, etc...

O concurso não tem limite de idade, é livre!

A participação é valida até 23/06/2010.

O grande artista será anunciado no dia 01/08/2010, neste mesmo dia a enquete será fechada. Por tanto, votem muito!!

Boa sorte!!!!!!!!!

O ELO PERDIDO (LAND OF THE LOST)



Ano de produção: 1974 - 77
Direção: Rick Bennewitz e Bob Lally
Duração: episódios de 30 minutos

Em uma descida no melhor estilo rafting, o guarda florestal Rick Marshal (Spencer Milligan) e seus dois filhos, Will (Wesley Eure) e Holly (Kathy Coleman), caem em um portal do tempo que os leva a um mundo repleto de dinossauros. Ao mesmo tempo em que precisam encontrar o caminho de volta, necessitam aprender a conviver com os ferozes répteis que estão sempre à espreita. Os criadores da série preferiram não se limitar ao mundo real e inseriram elementos novos na trama, como o atrapalhado Cha-ka (Philip Paley), um hominídeo de uma raça desconhecida chamada Pakuni que acaba se tornando o quarto membro da família.

DINOSSAURO (DINOSAUR)

Ano de produção: 2000
Direção: Eric Leighton e Ralph Zondag
Duração: 82 minutos

A história criada pela Disney tem visuais incríveis, unindo animação 3-D com pinturas convencionais. O pequeno Aladar nasce em uma ilha e é adotado por um clã de lêmures. Quando um asteróide cai perto do local, os bichos se vêem obrigados a migrar para o continente. De uma vida pacífica, passam a conviver com outros dinossauros e perigos reais. Situado no final do Cretáceo, o filme mostra a relação entre os répteis herbívoros e os carnívoros de maneira franca.
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